Terça à noite. Carlos enviou ao NexoCFO o balanço, a DRE, os extratos e os contratos de dívida. Não precisou integrar nada.
Quarta de manhã. O cockpit mostrou o que catorze anos de relatórios não tinham mostrado: a receita subiu 18%, mas a necessidade de capital de giro subiu 27%. Cada venda nova exigia estoque, prazo e gente antes de virar caixa. Tinha nome: efeito tesoura. E uma parcela de R$ 1,86 milhão venceria em novembro com caixa projetado de R$ 640 mil.
“Se a empresa dá lucro, onde está o dinheiro?” Ninguém tinha respondido. O contador disse que o balanço estava certo. O banco ofereceu mais limite.
Sexta-feira. Chegou o Parecer do CFO: doze ações ordenadas por impacto e esforço, cada frase citando o número que a sustentava, assinadas por um CFO humano. A primeira delas, renegociar prazo com os cinco maiores fornecedores, liberava R$ 1,02 milhão sem vender mais e sem tomar dívida.
Um mês depois. R$ 412 mil já capturados. A parcela de novembro, coberta sem rotativo. E uma reunião de quinze minutos toda segunda-feira olhando o cockpit.







