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Economia e tributárioNotícia··Por Equipe NexoCFO

Governo admite manter subvenções a combustíveis em 2027; Brent a US$ 117 pressiona custos

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou em entrevista que, num eventual novo mandato do governo Lula, as subvenções aos combustíveis podem continuar em 2027. A decisão, segundo ele, depende de dois fatores: o preço do petróleo Brent, pressionado por conflitos internacionais, e a entrada de receitas adicionais para a União. O ministro descreveu o auxílio como forma de amortecer o impacto sobre a inflação, sem congelar preços. No mercado, o Brent subiu 1,5% na sessão e chegou a US$ 117 por barril, maior patamar em meses. Um analista da StoneX associa a alta ao quadro geopolítico no Oriente Médio e a rumores de nova ofensiva contra o Irã após as eleições americanas de meio de mandato. Durigan também tratou do imposto de exportação sobre petróleo: a continuidade vai depender da avaliação do abastecimento interno, e ele nega finalidade fiscal. Empresas do setor discordam, enxergam uma medida arrecadatória e já acionaram a Justiça contra a União pedindo o fim da cobrança.

“não para tabelar e controlar preço, mas para evitar que a inflação no país estoure”Agência Infra

O que muda para a sua empresa

O que fazer esta semana

  1. Calcular quanto combustível e frete pesam na receita e simular o efeito de um aumento no custo sobre a margem de cada produto ou contrato.
  2. Revisar os contratos de preço fixo e de longo prazo e incluir ou renegociar cláusula de reajuste por custo de combustível.
  3. Montar dois cenários de custo para 2027, um com subvenção mantida e outro sem, e conferir se o caixa suporta o pior.

Fonte: Agência Infra, publicada em 23 de outubro de 2026. Leia a matéria completa no veículo original.

Resumo editorial da Equipe NexoCFO a partir de reportagem publicada por Agência Infra, feito com apoio de inteligência artificial e revisado por uma pessoa da equipe antes de ir ao ar (como produzimos o Radar). É conteúdo informativo: não constitui recomendação de investimento nem consultoria financeira, contábil ou tributária. Confirme as decisões com o seu contador ou CFO.