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Simples Puro ou Híbrido: como escolher o modelo de recolhimento na reforma tributária
A matéria da Contábeis compara os dois caminhos que as empresas do Simples Nacional terão diante da reforma tributária: seguir no modelo puro, com recolhimento unificado, ou optar pelo híbrido, em que CBS e IBS passam a ser apurados à parte do restante dos tributos do regime. O conteúdo apresenta as diferenças entre as duas opções, os efeitos de cada uma sobre os novos tributos de consumo e a existência de prazos para a empresa formalizar a escolha. A fonte não detalha valores nem datas no trecho disponível. Em termos gerais, a decisão tende a depender do perfil dos clientes, do peso das compras de fornecedores no custo e da margem do negócio, e por isso pede simulação antes da definição. Para o gestor, o tema é uma decisão financeira com data limite, e não só uma obrigação acessória da contabilidade.
O que muda para a sua empresa
- A escolha entre os modelos pode alterar a carga efetiva de tributos sobre consumo e, com ela, a margem de cada produto ou serviço, então precisa ser medida em reais antes de ser decidida.
- Empresas que vendem majoritariamente para outras empresas e compram bastante de fornecedores do regime regular tendem a ter mais a avaliar no híbrido, pois a cadeia influencia o preço que o cliente aceita pagar.
- Perder o prazo de opção pode travar a empresa num modelo que não foi escolhido de forma consciente, com efeito direto sobre preço, caixa e competitividade.
O que fazer esta semana
- Levantar com o contador o prazo oficial para formalizar a opção e registrar a data na agenda financeira da empresa.
- Separar o faturamento por tipo de cliente (empresa ou consumidor final) e listar as compras com fornecedores do regime regular para alimentar a simulação.
- Simular a margem de contribuição dos principais produtos ou serviços nos dois cenários, puro e híbrido, e levar o resultado à decisão com a contabilidade.
Fonte: Contábeis, publicada em 23 de outubro de 2026. Leia a matéria completa no veículo original.
Resumo editorial da Equipe NexoCFO a partir de reportagem publicada por Contábeis, feito com apoio de inteligência artificial e revisado por uma pessoa da equipe antes de ir ao ar (como produzimos o Radar). É conteúdo informativo: não constitui recomendação de investimento nem consultoria financeira, contábil ou tributária. Confirme as decisões com o seu contador ou CFO.