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AgronegócioNotícia··Por Equipe NexoCFO

Recuperação judicial no agro recua no trimestre, mas Serasa alerta que não é retomada

A Serasa Experian contabilizou 448 pedidos de recuperação judicial no agronegócio no segundo trimestre de 2026, o que equivale a uma queda de 20,7% frente ao mesmo intervalo do ano anterior. É a primeira retração nessa comparação após três anos seguidos de alta na série da empresa. Em relação ao trimestre imediatamente anterior, que teve 474 pedidos, a baixa foi de 5,5%. O levantamento junta produtores pessoas físicas e jurídicas e empresas ligadas à cadeia. Só entre produtores pessoa física foram 197 pedidos. Para o head de agronegócio da Serasa, Marcelo Pimenta, o recuo pode refletir maior entrada de receitas para parte dos produtores, a sazonalidade da atividade e renegociações com credores, e não uma solução dos problemas do setor. Custos elevados, crédito mais seletivo e endividamento seguem pesando. A recomendação do executivo é proteger o fluxo de caixa, planejar as finanças e buscar renegociação, deixando a recuperação judicial como último recurso.

“a recuperação judicial deve permanecer como último recurso”Globo Rural

O que muda para a sua empresa

O que fazer esta semana

  1. Mapear os clientes do agro com maior saldo a receber e classificar o risco de atraso de cada um.
  2. Montar um fluxo de caixa semanal das próximas 13 semanas, separando entradas ligadas à colheita.
  3. Renegociar com credores as parcelas que vencem no próximo trimestre antes de qualquer atraso.

Fonte: Globo Rural, publicada em 19 de outubro de 2026. Leia a matéria completa no veículo original.

Resumo editorial da Equipe NexoCFO a partir de reportagem publicada por Globo Rural, feito com apoio de inteligência artificial e revisado por uma pessoa da equipe antes de ir ao ar (como produzimos o Radar). É conteúdo informativo: não constitui recomendação de investimento nem consultoria financeira, contábil ou tributária. Confirme as decisões com o seu contador ou CFO.