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Split payment e Reforma Tributária: regras de pagamento mudam e exigem ação das empresas
Uma matéria de um portal especializado aponta que a Reforma Tributária altera a forma como os pagamentos são processados e que isso pede providências imediatas das empresas. O texto disponível é curto e não detalha prazos, valores nem critérios técnicos, então o ponto central é o sinal de alerta: o novo desenho tributário chega ao momento do pagamento, e não apenas à apuração mensal de impostos. Na lógica do split payment, o tributo é separado no ato da liquidação da venda, de modo que o valor recebido pela empresa já vem líquido do imposto. Para o negócio, isso mexe com a previsibilidade do caixa, com a conciliação bancária, com a integração entre sistema de cobrança, nota fiscal e financeiro e com o capital de giro. A matéria sugere que a preparação não deve ficar para depois, pois depende de ajustes em sistemas, processos e na relação com bancos e adquirentes.
O que muda para a sua empresa
- O caixa disponível tende a ficar menor no momento do recebimento, porque o imposto sai na liquidação e não no vencimento da guia, o que exige reprojetar o fluxo de caixa semanal.
- A conciliação entre venda, nota fiscal e extrato passa a ser mais sensível, e erros de cadastro ou de integração podem travar recebimentos ou gerar retenção indevida.
- O capital de giro pode apertar para quem hoje usa o prazo do imposto como financiamento informal, e isso precisa entrar no cálculo da necessidade de giro e no preço.
O que fazer esta semana
- Mapear quais vendas e meios de recebimento da empresa seriam afetados por retenção do imposto na liquidação.
- Perguntar ao banco, ao adquirente e ao fornecedor do sistema de gestão como estão se preparando para o split payment.
- Refazer o fluxo de caixa das próximas semanas simulando recebimento líquido de imposto para medir o impacto no capital de giro.
Fonte: bra1.com.br, publicada em 20 de outubro de 2026. Leia a matéria completa no veículo original.
Resumo editorial da Equipe NexoCFO a partir de reportagem publicada por bra1.com.br, feito com apoio de inteligência artificial e revisado por uma pessoa da equipe antes de ir ao ar (como produzimos o Radar). É conteúdo informativo: não constitui recomendação de investimento nem consultoria financeira, contábil ou tributária. Confirme as decisões com o seu contador ou CFO.