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CBS substitui PIS e Cofins em 2027: o que ainda falta definir para a PME
A Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) deixa a etapa de testes e passa a ser cobrada de fato em 2027, ocupando o lugar do PIS e da Cofins, tributos que hoje incidem sobre a receita das empresas. A notícia lembra, porém, que a transição ainda tem pontos em aberto. Os percentuais das alíquotas continuam sem definição final, e as medidas ligadas ao Imposto Seletivo também seguem na pauta de discussão. Na prática, o calendário já está dado, mas o tamanho exato da conta ainda não. Para a PME, o ponto central é que a troca de tributos mexe com preço, margem e fluxo de caixa, e que qualquer simulação feita agora depende de premissas que podem mudar. Quem vende, compra e contrata precisa acompanhar as definições pendentes e ajustar contratos, tabelas de preço e sistemas fiscais conforme os detalhes forem publicados.
O que muda para a sua empresa
- Como a alíquota ainda não está fechada, a PME deve simular a carga da CBS em cenários (menor, central e maior) e medir o efeito sobre a margem de cada produto ou serviço, em vez de esperar um número único.
- Contratos de longo prazo com preço fixo, assinados agora para vigorar em 2027, precisam de cláusula que trate a mudança de tributos, para que a diferença de carga não corroa a margem sem possibilidade de repasse.
- A substituição de PIS e Cofins altera a base de cálculo e o modo de apurar créditos, o que pode mudar o valor do imposto a pagar e, com isso, o caixa mensal e o capital de giro necessário.
O que fazer esta semana
- Levantar o valor de PIS e Cofins pagos nos últimos 12 meses por linha de produto ou serviço, como base de comparação com a CBS.
- Rodar uma simulação de margem com três cenários de alíquota da CBS e identificar os itens que ficam abaixo da margem mínima.
- Revisar os contratos com vigência em 2027 e listar os que não têm cláusula de reajuste por mudança tributária.
Fonte: Contábeis, publicada em 26 de outubro de 2026. Leia a matéria completa no veículo original.
Resumo editorial da Equipe NexoCFO a partir de reportagem publicada por Contábeis, feito com apoio de inteligência artificial e revisado por uma pessoa da equipe antes de ir ao ar (como produzimos o Radar). É conteúdo informativo: não constitui recomendação de investimento nem consultoria financeira, contábil ou tributária. Confirme as decisões com o seu contador ou CFO.