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Redução da escala 6×1 pressiona cronogramas e contratos da construção, diz Sinduscon-SP
Em artigo publicado após o fim da disputa eleitoral, o Sinduscon-SP sustenta que o país precisa voltar a tratar de problemas econômicos pendentes. Segundo a entidade, faltam menos de dois meses para a redução da escala 6×1, aprovada durante a campanha sem debate amplo sobre como implementá-la. A avaliação é que o mercado já precifica os custos da mudança e que eles tendem a chegar aos preços. Para a construção, o sindicato prevê cronogramas de obra mais longos, com custo adicional para as construtoras, e necessidade de renegociar contratos privados com compradores e também contratos de trabalho. O risco maior, na visão da entidade, está nas obras públicas, como as do Minha Casa, Minha Vida, que podem parar caso os aditivos demorem ou sejam negados. O texto cita ainda a incerteza trazida pela reforma tributária sobre os preços de insumos e serviços, o que dificulta orçar contratos futuros. Por fim, defende juros menores, a partir de consenso sobre o equilíbrio das contas públicas, para estimular investimento e produtividade.
“Obras terão seus cronogramas de execução dilatados trazendo mais custos às construtoras.”Sinduscon-SP
O que muda para a sua empresa
- Obra mais longa significa mais meses de custo fixo de canteiro e de folha sobre a mesma receita contratada, o que comprime a margem e atrasa a entrada de caixa de contratos com medição por etapa.
- Contratos de preço fechado, principalmente os públicos, ficam expostos se o aditivo demorar, então a PME precisa estimar quanto custa cada mês de atraso e quanto de caixa aguenta até receber o reajuste.
- Orçamentos para contratos futuros devem incluir cláusula de reajuste ou prazo de validade curto, porque fornecedores de insumos tendem a repassar custos da nova jornada e da transição tributária.
O que fazer esta semana
- Recalcular o custo mensal de folha e de canteiro das obras em andamento com a nova jornada e comparar com o cronograma ampliado.
- Mapear contratos de preço fechado e listar os que precisam de aditivo de prazo ou de valor, com data-limite para protocolar o pedido.
- Revisar a validade das propostas e as cláusulas de reajuste nos próximos orçamentos, pedindo a fornecedores a projeção de preço por escrito.
Fonte: Sinduscon-SP, publicada em 30 de outubro de 2026. Leia a matéria completa no veículo original.
Resumo editorial da Equipe NexoCFO a partir de reportagem publicada por Sinduscon-SP, feito com apoio de inteligência artificial e revisado por uma pessoa da equipe antes de ir ao ar (como produzimos o Radar). É conteúdo informativo: não constitui recomendação de investimento nem consultoria financeira, contábil ou tributária. Confirme as decisões com o seu contador ou CFO.