NexoCFO › Radar › Economia e tributário
Split payment: abandonar o modelo alivia o caixa de quem vende, mas retarda o crédito de quem compra
A reportagem trata de um dilema do split payment, mecanismo da Reforma Tributária em que o imposto sobre o consumo é separado no momento do pagamento e segue direto para o fisco, sem passar pelo caixa do vendedor. Segundo o título, deixar esse modelo de lado melhora a liquidez de quem vende, que passa a receber o valor cheio da operação. Em contrapartida, quem compra demora mais para usar o crédito do imposto pago na cadeia. A troca, portanto, desloca o peso do prazo: ele sai do fornecedor e vai para o cliente que precisa do crédito para abater o que deve. O texto disponível da fonte se resume ao título, então detalhes de regras, datas e alíquotas não foram apresentados e não são tratados aqui. O ponto central é que o desenho da cobrança define quem financia o intervalo entre a venda e o crédito tributário.
O que muda para a sua empresa
- Se o split payment não for adotado, o vendedor mantém o imposto no caixa até o recolhimento, o que reduz a necessidade de capital de giro no ciclo de venda.
- Para a empresa compradora, o crédito de IBS e CBS chega mais tarde, e esse atraso encarece o custo efetivo da compra e pressiona a margem de quem revende ou transforma.
- A PME que está nos dois lados da cadeia precisa projetar separadamente o imposto a recolher e o crédito a recuperar, porque o prazo de cada um altera o saldo de caixa semanal.
O que fazer esta semana
- Mapear quais fornecedores e clientes concentram o maior volume de compras e vendas com imposto destacado na nota.
- Simular no fluxo de caixa dois cenários, com imposto retido na liquidação e com imposto recolhido depois, e comparar o saldo mínimo de cada um.
- Registrar o prazo estimado de aproveitamento do crédito tributário como linha própria no planejamento de capital de giro.
Fonte: ConvergenciaDigital, publicada em 22 de outubro de 2026. Leia a matéria completa no veículo original.
Resumo editorial da Equipe NexoCFO a partir de reportagem publicada por ConvergenciaDigital, feito com apoio de inteligência artificial e revisado por uma pessoa da equipe antes de ir ao ar (como produzimos o Radar). É conteúdo informativo: não constitui recomendação de investimento nem consultoria financeira, contábil ou tributária. Confirme as decisões com o seu contador ou CFO.