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Economia e tributárioNotícia··Por Equipe NexoCFO

Split payment: abandonar o modelo alivia o caixa de quem vende, mas retarda o crédito de quem compra

A reportagem trata de um dilema do split payment, mecanismo da Reforma Tributária em que o imposto sobre o consumo é separado no momento do pagamento e segue direto para o fisco, sem passar pelo caixa do vendedor. Segundo o título, deixar esse modelo de lado melhora a liquidez de quem vende, que passa a receber o valor cheio da operação. Em contrapartida, quem compra demora mais para usar o crédito do imposto pago na cadeia. A troca, portanto, desloca o peso do prazo: ele sai do fornecedor e vai para o cliente que precisa do crédito para abater o que deve. O texto disponível da fonte se resume ao título, então detalhes de regras, datas e alíquotas não foram apresentados e não são tratados aqui. O ponto central é que o desenho da cobrança define quem financia o intervalo entre a venda e o crédito tributário.

O que muda para a sua empresa

O que fazer esta semana

  1. Mapear quais fornecedores e clientes concentram o maior volume de compras e vendas com imposto destacado na nota.
  2. Simular no fluxo de caixa dois cenários, com imposto retido na liquidação e com imposto recolhido depois, e comparar o saldo mínimo de cada um.
  3. Registrar o prazo estimado de aproveitamento do crédito tributário como linha própria no planejamento de capital de giro.

Fonte: ConvergenciaDigital, publicada em 22 de outubro de 2026. Leia a matéria completa no veículo original.

Resumo editorial da Equipe NexoCFO a partir de reportagem publicada por ConvergenciaDigital, feito com apoio de inteligência artificial e revisado por uma pessoa da equipe antes de ir ao ar (como produzimos o Radar). É conteúdo informativo: não constitui recomendação de investimento nem consultoria financeira, contábil ou tributária. Confirme as decisões com o seu contador ou CFO.