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AgronegócioNotícia··Por Equipe NexoCFO

Renegociação de dívida rural ganha tração no Banco do Brasil e vai até 12 de novembro

O Banco do Brasil, maior financiador do agronegócio do país, informou que a renegociação de dívidas rurais pelas linhas criadas por medida provisória ganhou ritmo em outubro, depois de um começo lento. Já foram repactuados R$ 3,3 bilhões, e R$ 6,5 bilhões aguardam aprovação com a documentação analisada. Somando as propostas iniciais que chegaram às agências, o banco tem R$ 15,9 bilhões e 13 mil operações em algum estágio de análise. A meta é passar de R$ 20 bilhões renegociados até 12 de novembro, prazo final para contratar. Apesar disso, o vice-presidente da área agro avalia que a inadimplência não deve mudar no curto prazo. No fim do primeiro semestre, 6,27% da carteira do setor, de R$ 421,5 bilhões, tinha atraso superior a 90 dias. A expectativa é de estabilização no quarto trimestre e queda gradual depois. O banco compara o índice com a média de mercado de 9,7% entre pessoas físicas, segundo o Banco Central, e usará R$ 12,4 bilhões em operações equalizadas, além de depósitos à vista, poupança rural e recursos livres.

“A pressão continua alta.”Globo Rural

O que muda para a sua empresa

O que fazer esta semana

  1. Levantar todas as dívidas rurais com saldo, taxa, vencimento e garantia, e marcar quais atendem às condições da renegociação antes de 12 de novembro.
  2. Projetar o fluxo de caixa até a próxima safra com a parcela atual e com a parcela renegociada, para ver qual cenário cabe na receita esperada.
  3. Comparar o custo efetivo total da proposta de renegociação com o da dívida original antes de aceitar o novo prazo.

Fonte: Globo Rural, publicada em 21 de outubro de 2026. Leia a matéria completa no veículo original.

Resumo editorial da Equipe NexoCFO a partir de reportagem publicada por Globo Rural, feito com apoio de inteligência artificial e revisado por uma pessoa da equipe antes de ir ao ar (como produzimos o Radar). É conteúdo informativo: não constitui recomendação de investimento nem consultoria financeira, contábil ou tributária. Confirme as decisões com o seu contador ou CFO.