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Economia e tributárioRegulação··Por Equipe NexoCFO

Split payment adiado, reforma tributária mantida: o que a PME deve fazer no caixa

O Grupo Ceres de Comunicação publicou uma análise que separa dois assuntos que costumam ser tratados como um só na Reforma Tributária do consumo. De um lado, o split payment, mecanismo em que o imposto é separado do valor da venda no momento do pagamento, teve a sua entrada postergada. De outro, o restante da reforma segue o seu curso, sem pausa. A mensagem central do material é que o adiamento de uma peça operacional não significa que a mudança tenha sido suspensa. Para as empresas, isso quer dizer que o novo modelo de IBS e CBS continua no horizonte, e que a preparação de sistemas, notas fiscais, precificação e rotina financeira não deve ser interrompida. O texto disponível para esta leitura é curto e não detalha novo calendário, regras ou o alcance do adiamento. Esses pontos precisam ser confirmados na norma oficial antes de qualquer decisão.

“O split payment foi adiado. A reforma, não”Grupo Ceres de Comunicação

O que muda para a sua empresa

O que fazer esta semana

  1. Simular o fluxo de caixa dos próximos meses com o imposto retido na liquidação da venda, para medir o efeito no capital de giro.
  2. Confirmar com o contador e o fornecedor do ERP o cronograma de adaptação da nota fiscal para IBS e CBS.
  3. Revisar a margem dos produtos e serviços de maior volume com a nova carga tributária estimada.

Fonte: Grupo Ceres de Comunicação, publicada em 26 de outubro de 2026. Leia a matéria completa no veículo original.

Resumo editorial da Equipe NexoCFO a partir de reportagem publicada por Grupo Ceres de Comunicação, feito com apoio de inteligência artificial e revisado por uma pessoa da equipe antes de ir ao ar (como produzimos o Radar). É conteúdo informativo: não constitui recomendação de investimento nem consultoria financeira, contábil ou tributária. Confirme as decisões com o seu contador ou CFO.