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Setor de serviços desacelera nos EUA com tarifas e combustível mais caro, aponta ISM
O setor de serviços dos Estados Unidos perdeu ritmo de crescimento, de acordo com o levantamento do ISM comentado pela CFO (diretor financeiro) Dive. A publicação atribui a desaceleração a uma pressão dupla de inflação sobre as empresas do segmento. A primeira onda veio dos impostos de importação aplicados em abril de 2025. A segunda é a alta nos preços dos combustíveis, observada desde o início da guerra envolvendo o Irã. Em conjunto, tarifas e energia mais cara aparecem como os principais obstáculos à expansão da atividade. O material disponível não detalha o tamanho da desaceleração nem os subsetores mais atingidos, e por isso o quadro serve como sinal de direção, não como medida precisa. Para quem cuida das finanças, o episódio mostra que custos de origem externa, de insumos importados a combustível, podem pressionar margens também em negócios que vendem serviços, e não apenas produtos físicos.
O que muda para a sua empresa
- Combustível e insumos importados entram no custo de empresas de serviços (frota, deslocamento, equipamentos), e esse efeito tende a aparecer na margem antes de aparecer no preço cobrado do cliente.
- Se a PME brasileira tem contratos de serviço com preço fixo e prazo longo, a alta de custos sem cláusula de reajuste corrói o caixa mês a mês, enquanto a receita permanece parada.
- Cenário externo de inflação e desaceleração costuma encarecer o crédito e alongar o prazo de recebimento, o que exige rever capital de giro e política de reajuste antes de a margem encolher.
O que fazer esta semana
- Listar os dez maiores custos do mês que dependem de combustível, frete ou insumo importado e medir quanto cada um subiu nos últimos 12 meses.
- Revisar os contratos de serviço vigentes e identificar quais não têm cláusula de reajuste, priorizando a renegociação dos de maior valor.
- Recalcular a margem por serviço com os custos atuais e definir o preço mínimo abaixo do qual não vale aceitar novo contrato.
Fonte: CFO Dive, publicada em 4 de novembro de 2026. Leia a matéria completa no veículo original.
Resumo editorial da Equipe NexoCFO a partir de reportagem publicada por CFO Dive, feito com apoio de inteligência artificial e revisado por uma pessoa da equipe antes de ir ao ar (como produzimos o Radar). É conteúdo informativo: não constitui recomendação de investimento nem consultoria financeira, contábil ou tributária. Confirme as decisões com o seu contador ou CFO.