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ICMS sobre combustíveis sobe em fevereiro de 2027: o que muda no custo de frete e logística da PME

Os estados, reunidos no Confaz, definiram nesta quarta-feira mais um reajuste do ICMS sobre combustíveis, o quarto desde 2023, ano em que a cobrança passou a ser em valor fixo por litro (ad rem). A mudança vale a partir de fevereiro de 2027. A gasolina terá alta de 4,4%, equivalente a R$ 0,07 por litro, e o diesel, de 11%, ou R$ 0,13 por litro. Com isso, a alíquota fixa chega a R$ 1,64 por litro na gasolina e a R$ 1,30 no diesel. No acumulado desde 2023, o imposto estadual subiu 34,4% na gasolina e 36,8% no diesel. O movimento ocorre enquanto a União tenta aliviar os preços por causa da guerra no Oriente Médio: a desoneração federal da gasolina tirou R$ 0,89 por litro do preço final, e o diesel importado recebe subvenção de até R$ 3,52 por litro. O sindicato dos varejistas do Distrito Federal criticou o contraste e apontou pressão sobre transporte, produção e inflação.

O que muda para a sua empresa

O que fazer esta semana

  1. Levantar o gasto mensal com combustível e frete (próprio e terceirizado) e simular o efeito da alta do diesel e da gasolina no custo por entrega ou por produto.
  2. Revisar cláusulas de reajuste de combustível em contratos com transportadoras e clientes, para repassar a variação de custo de forma documentada.
  3. Incluir no orçamento de 2027 um cenário de custo logístico mais alto a partir de fevereiro e recalcular a margem dos itens mais sensíveis.

Fonte: Agência Infra, publicada em 28 de outubro de 2026. Leia a matéria completa no veículo original.

Resumo editorial da Equipe NexoCFO a partir de reportagem publicada por Agência Infra, feito com apoio de inteligência artificial e revisado por uma pessoa da equipe antes de ir ao ar (como produzimos o Radar). É conteúdo informativo: não constitui recomendação de investimento nem consultoria financeira, contábil ou tributária. Confirme as decisões com o seu contador ou CFO.