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MP do Imposto Seletivo deve sair e Fazenda avalia manter o IPI nos setores afetados
O Ministério da Fazenda prevê publicar, nesta quarta-feira, a medida provisória que regulamenta o Imposto Seletivo, tributo criado pela Reforma Tributária. Em paralelo, o governo discute uma alternativa para que o IPI continue sendo cobrado em janeiro do próximo ano nos setores que passarão a sofrer incidência do novo imposto. A notícia ainda não detalha alíquotas, lista de produtos ou regras de transição, de modo que o alcance prático da medida só ficará claro com a leitura do texto oficial. O ponto central para as empresas é a possibilidade de convivência temporária entre os dois tributos nesses segmentos, o que pode alterar a formação de preço, a carga sobre o produto e o planejamento de custos no início do novo regime. Como se trata de previsão de publicação, o conteúdo final pode mudar até a edição da norma.
O que muda para a sua empresa
- Se o IPI for mantido ao lado do Imposto Seletivo nos setores afetados, a margem de produtos nessas cadeias pode sofrer pressão de carga maior do que a prevista nas simulações atuais.
- Fornecedores e clientes dessas cadeias podem repassar custo tributário nos preços, o que exige rever tabelas, contratos de longo prazo e cláusulas de reajuste antes de janeiro.
- Até o texto oficial sair, o caixa de início do ano deve ser projetado com mais de um cenário de carga tributária, e não com uma única premissa.
O que fazer esta semana
- Verificar com o contador se os produtos que a empresa fabrica, importa ou revende podem estar entre os afetados pelo Imposto Seletivo.
- Simular a margem dos itens potencialmente afetados em dois cenários: com IPI mantido e sem IPI.
- Ler o texto da medida provisória assim que for publicada e registrar o que muda em preço, contrato e fluxo de caixa de janeiro.
Fonte: Contábeis, publicada em 4 de novembro de 2026. Leia a matéria completa no veículo original.
Resumo editorial da Equipe NexoCFO a partir de reportagem publicada por Contábeis, feito com apoio de inteligência artificial e revisado por uma pessoa da equipe antes de ir ao ar (como produzimos o Radar). É conteúdo informativo: não constitui recomendação de investimento nem consultoria financeira, contábil ou tributária. Confirme as decisões com o seu contador ou CFO (diretor financeiro).