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Reforma Tributária: nota fiscal pode ser rejeitada em 2027 se sistemas não estiverem prontos
A reportagem da Contábeis chama atenção para um efeito prático da Reforma Tributária que costuma ficar fora do debate sobre alíquotas: a emissão de notas fiscais. Segundo o texto, a partir de 2027 as regras novas podem afetar a forma como as empresas emitem esses documentos, e existe o risco de notas serem rejeitadas quando sistemas e processos não estiverem ajustados. A publicação orienta as empresas a conferir os programas que usam para emitir e a revisar os procedimentos internos ligados ao faturamento. O ponto central é que a adaptação não depende só do contador: envolve o software de emissão, o cadastro de informações e a rotina de quem fatura. A fonte, no trecho disponível, não detalha campos, prazos de transição nem valores, de modo que cabe a cada empresa confirmar os requisitos com o fornecedor do sistema e com a contabilidade.
O que muda para a sua empresa
- Nota rejeitada é venda que não é faturada na hora, e isso empurra o recebimento e pressiona o caixa, principalmente em empresas que vendem a prazo e dependem da nota para cobrar.
- O custo de adaptar sistema, cadastro e rotina de emissão entra no orçamento de despesas administrativas, e quanto mais cedo for planejado, menor tende a ser o gasto com correção de última hora.
- Erros de cadastro de produto, serviço e cliente deixam de ser um problema só de organização e passam a ser risco operacional e fiscal, com impacto direto no faturamento mensal.
O que fazer esta semana
- Perguntar por escrito ao fornecedor do ERP ou emissor de notas se o sistema estará preparado para as regras da Reforma Tributária e em que data.
- Revisar os cadastros de produtos, serviços e clientes e corrigir os dados incompletos ou desatualizados.
- Mapear quem participa do faturamento, do pedido à emissão da nota, e definir um responsável por tratar rejeições.
Fonte: Contábeis, publicada em 23 de outubro de 2026. Leia a matéria completa no veículo original.
Resumo editorial da Equipe NexoCFO a partir de reportagem publicada por Contábeis, feito com apoio de inteligência artificial e revisado por uma pessoa da equipe antes de ir ao ar (como produzimos o Radar). É conteúdo informativo: não constitui recomendação de investimento nem consultoria financeira, contábil ou tributária. Confirme as decisões com o seu contador ou CFO.