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Split payment da reforma tributária: por que revisar caixa e contratos desde já
A Exame aborda o split payment, mecanismo da reforma tributária em que o imposto sobre a venda é separado no momento da liquidação do pagamento e segue direto para o fisco, em vez de passar antes pelo caixa de quem vendeu. Pelo título da matéria, esse desenho obriga as empresas a rever caixa e contratos desde já. O ponto central é que o dinheiro que hoje entra por inteiro e fica disponível até a data do recolhimento passaria a chegar já líquido do tributo. Isso afeta o capital de giro, a previsão de recebimentos e a forma como preços, prazos e condições de pagamento são combinados com clientes e fornecedores. Por isso, contratos de longo prazo, cláusulas de reajuste e políticas de crédito entram na lista de itens a revisar. O texto disponível para esta análise se limita ao título, então detalhes operacionais e cronograma devem ser conferidos na fonte.
O que muda para a sua empresa
- O caixa deixa de contar com o imposto embutido na venda como um dinheiro temporário, o que reduz a folga entre receber do cliente e recolher o tributo e pode apertar o capital de giro.
- Contratos com preço fechado, prazos longos de pagamento e cláusulas de reajuste precisam ser relidos para saber quem absorve o efeito do imposto retido na liquidação.
- A projeção de fluxo de caixa passa a exigir separar o recebimento bruto do valor líquido que de fato fica disponível, sobretudo em empresas que vendem a prazo ou para grandes compradores.
O que fazer esta semana
- Mapear os contratos de maior valor e prazo, marcando os que têm preço fechado ou reajuste sem previsão de mudança tributária.
- Simular o fluxo de caixa das próximas semanas com o recebimento líquido de imposto e comparar com o fluxo atual para medir a perda de folga.
- Conversar com o contador sobre o enquadramento da empresa e o cronograma de adoção do split payment.
Fonte: Exame, publicada em 3 de novembro de 2026. Leia a matéria completa no veículo original.
Resumo editorial da Equipe NexoCFO a partir de reportagem publicada por Exame, feito com apoio de inteligência artificial e revisado por uma pessoa da equipe antes de ir ao ar (como produzimos o Radar). É conteúdo informativo: não constitui recomendação de investimento nem consultoria financeira, contábil ou tributária. Confirme as decisões com o seu contador ou CFO (diretor financeiro).